
Dê ao mundo o melhor de você, mas isso pode nunca ser o bastante; Dê o melhor de você assim mesmo.
Veja você que, no final das contas isto é entre você e Deus.
Nunca foi entre você e as outras pessoas”.
( Madre Teresa de Calcutá)
Que profundidade há nas palavras dessa grande mulher... Sabe, muitas vezes nos perguntamos como podemos demonstrar a Deus que o amamos, e Jesus JÁ NOS ENSINOU que aquele que ama a Deus deve então amar o próximo como a si mesmo.
Como é esse amor?
Para mim, amar tem a ver com entregar-se, dedicar-se, acreditar, estar presente, ouvir, servir, dar, compreender, entender, andar junto, compartilhar, inspirar, motivar, recomeçar, perdoar, dar atenção, presentear, surpreender, alimentar, suprir, sorrir, acariciar, investir, elogiar, reconhecer... Dar a mão!
Percebo como ajudar o outro e de alguma forma tocar o coração dele com meus atos traz sentido a minha existência, logo fazer o que Jesus diz, não é só o ato de obediência, mas sim de amor a Deus e a minha vida, pois só encontro sentido para eu SER, quando existe um OUTRO que é COMIGO... e assim quando somos NÓS, a vida tem SIGNIFICADO.
Quero pensar o comportamento contemporâneo a partir do individualismo na modernidade. É possível perceber como o homem moderno tem estabelecido a cada dia atitudes individualistas ante as relações sociais. Podemos notar como se encontra freqüente no cotidiano desse indivíduo um modo de se relacionar com o mundo que resulta no que chamamos de solidão moderna. Essa solidão está totalmente relacionada ao modo de existir onde se valoriza o eu, sendo que não está vinculada a ausência de interações sociais, mas sim a uma atitude de reserva e indiferença na rede de relacionamentos vivenciada pelo indivíduo.